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A pianista concertista Késia Decoté se apresenta na Série Música de Primeira.

21 de agosto de 2015

Em visita ao Brasil após uma ano imersa em estudos do doutorado e concertos pela Europa, a concertista Késia Decoté compartilha com o público da Série Música de Primeira o seu bom gosto em performances contemporâneas ao piano, na edição de 03 de setembro da Série Música de Primeira.

Sem deixar de lado as obras clássicas de concerto, Késia também mostrará seu talento e interação com o instrumento numa exímia execução de obras ao piano no concerto “para ela”, alusão ao movimento contra a exploração sexual de meninas e adolescentes.

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HISTÓRICO:

Késia Decoté é natural de Vitória, ES. É Bacharel e Mestre em Piano pela UFRJ, e Mestre em Artes Contemporâneas e Música pela Oxford Brookes University (Inglaterra).

Em sua formação acadêmica, Késia teve como professores Célia Ottoni, Luiz Senise e Myrian Dauelsberg (piano), Claudio Dauelsberg (piano popular) e Ray Lee (Artes Contemporâneas).

Késia foi uma das fundadoras do grupo PianOrquestra, e atualmente integra o grupo Oxford Improvisers (Inglaterra).

Atualmente Késia está cursando o doutorado em Artes Contemporâneas e Música na Oxford Brookes University, com bolsa do CNPq, onde tem pesquisado estratégias interdisciplinares para o recital de piano.

Késia é membro da PIBRJ, porém durante este período de estudos em Oxford (Inglaterra), frequenta a Cowley Road Methodist Church [Igreja Metodista de Cowley Road], também colaborando como pianista voluntária nos cultos dominicais.

kesiadecote.wordpress.com

PROGRAMA:

1ª PARTE

Projeto “para ela”

  • L.V. Beethoven – Para Elisa (trecho)
  • Debussy – A menina dos cabelos cor de linho
  • Pärt – Para Alina
  • Ligeti – Para Irina (trecho)
  • Ginastera – Dança da moça graciosa
  • Villa-Lobos – Uma camponesa cantadeira
  • Pärt – Para Anna Maria

e histórias reais recontadas com as vozes de Milena Goulart, Danielle Schlossarek, Morena Madureira e Beatriz Moreira Lima.

2ª PARTE

Música Contemporânea para Piano e para Piano de Brinquedo

  • Silvia Berg (BRA) – El sueño… el vuelo [O sonho… o vôo] (2010)

Silvia Berg buscou inspiração no quadro La Columna Rota e na Casa Azul da artista mexicana Frida Kahlo para compor El sueño… el vuelo. Esta peça é parte da coleção Canto de la Monarca: Mujeres en México, a qual tem a borboleta Monarca como símbolo de persistência e valor apesar de um corpo frágil, pensando que esta borboleta voa todos os anos por milhares de quilômetros até encontrar o seu santuário no México. (notas da compositora)

  • Marisa Rezende (BRA) – Miragem (2009)

“Miragem explora distorções que as sonoridades do teclado apresentam quando trabalhadas juntamente com ataques de baquetas nas cordas do instrumento, criando um jogo que parafraseia o título”. (notas da compositora)

  • Stephen Montague (USA/ UK) – Almost a Lullaby [Quase uma canção de ninar] (2004), para piano de brinquedo, sinos de vento e caixinha de música. (OBRA INÉDITA NO BRASIL)

Almost a Lullaby segue algumas das características básicas de uma canção de ninar… porém, pelo meio do caminho, sai um pouco fora da rota, meio sonolenta, até finalmente cair em sono silencioso e tranquilo. (notas do compositor)

SERVIÇO:

SÉRIE MÚSICA DE PRIMEIRA

Pianista: Késia Decoté

DATA: 03/set/2015 – quinta-feira

HORÁRIO: 19:30 HORAS

LOCAL: PRIMEIRA IGREJA BATISTA DO RIO DE JANEIRO

              RUA FREI CANECA, 525 – ESTÁCIO/CIDADE NOVA (Em frente ao Hospital da Polícia Militar)

TEL.: 2197-0900

ENTRADA FRANCA

(Vagas para 20 veículos, conforme chegada.)

Transmissão ao vivo: http://new.livestream.com/pibrj/smp

Acompanhe a Série Música de Primeira:

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Cultos ao vivo: http://www.pibrjtv.com.br

Série Música de Primeira recebe o 21º Festival Rio Cello Encounter.

5 de agosto de 2015

Pelo quarto ano consecutivo a SMP realiza uma parceria com o 21º Festival Rio Cello Encounter (http://riocello.com), apresentando concertos primorosos e músicos de altíssima performance nos cenários nacional e internacional. Diferentemente da tradicional primeira quinta-feira do mês, em função do Festival alteramos para o dia 20, a edição de agosto de nossa Série.

Arte Rio Cello Encounter 2015Nesta edição teremos a oportunidade de apresentar os músicos Antônio Carrasqueira (flauta); Guilherme Scarrapan (violão); Daniel Sorour (cello); e Quinteto Brasileiro de Metais, composto por (Paulo Mendonça, trompete | Luciene Portella, trompete | Francisco Soares, trompa | Wanderson Cunha, trombone | Carlos Vega, tuba)

No Repertório:
J. S. BACH – Suíte nº 3 em Do Maior
A. PIAZZOLLA – História do Tango
I. Bordel 1900
II. Café 1930
III. Night Club 1960
IV. Concert 1990
T. MORLEY – Three Elizabethan Madrigals
G. GABRIELLI – Canzona per sonare
S. SCHEIDT – Canzona Bergamasca
A. SCARLATTI – Aria e Minueto
A. SULLIVAN – H. M. S. Pinafore
G. GAGLIARD – Cantos nordestinos
E. NAZARETH – Brejero | Odeon
PIXINGUINHA – Lamento | Carinhoso

Sobre o Festival Rio Cello Encounter

O Rio Cello foi criado em 1994 por David Chew, músico inglês radicado e apaixonado pelo Brasil, como uma forma de homenagear o maestro Heitor Villa-Lobos, sua maior inspiração. O sonho de Chew era popularizar a música clássica, levando seu poder de transformação social ao espaço público e a comunidades cariocas, como a Maré e Pavão Pavãozinho. No início, era um encontro de violoncelistas, mas o projeto cresceu e hoje recebe diversos instrumentos e múltiplas linguagens artísticas. Assim, o festival alcançou com louvor seu principal objetivo que é incluir a música na vida diária das comunidades e, desta forma, promover a integração social no Rio de Janeiro através da difusão da música clássica e revelar novas e promissoras safras de artistas.

Visite o site do Festival http://riocello.com e saiba onde ocorrerão os concertos e performances trazidos pelo 21º Rio Cello Encounter na Cidade do Rio de Janeiro neste mês de agosto.

Sobre a Série Música de Primeira

A Série Música de Primeira é uma iniciativa da OPIB-Orquestra apoiada pelo Ministério de Música da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro que acontece toda primeira quinta-feira do mês, de março a dezembro. Sempre com entrada franca, a SMP tem como objetivo abrir espaço para concertos de música de câmara e performances musicais executadas por instrumentos de orquestra.

Nos seis anos da Série, vários expoentes da música de câmara nacional e internacional têm dividido seu talento com o público carioca. A Série Música de Primeira integra regularmente o circuito dos festivais Rio Cello Encounter e o Internacional de Trombone da UNI-RIO. (Colaboração: Taísa Fortes)

Serviço:

Série Música de Primeira

Grupo: Antônio Carrasqueira (flauta); Guilherme Scarrapan (violão); Daniel Sorour (cello); e Quinteto Brasileiro de Metais

Programa: Obras de Bach, A. Piazzolla, T. Morley, G. Gabrielli, S. Scheidt, A. Scarlatti, A. Sullivan, G. Gagliardi, E. Nazareth e Pixinguinha

Data: 20 de agosto de 2014, quinta-feira.

Horário: 19h30min

ENTRADA FRANCA

Local: Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro – Tel.: 2197-0900

Rua Frei Caneca, 525 – Estácio (Em frente ao Hospital da Polícia Militar)

Acesso: De Metrô, estação Estácio ou Praça Onze

Vagas para 20 carros no pátio da Igreja, conforme disponibilidade.

Transmissão ao vivo: http://new.livestream.com/pibrj/smp

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Série Música de Primeira apresenta o violonista e guitarrista Lula Washington no dia 2 de julho.

23 de junho de 2015

OSRJ - Lula 038Do clássico aos ritmos latinos e rock progressivo, o violonista e guitarrista Lula Washington apresentará eclético repertório na próxima edição da Série Música de Primeira, na Igreja Batista do Rio de Janeiro no dia 2 de julho, às 19h30, A entrada é franca. No set de canções, ganham destaque Bach, Antônio Lauro, Paulinho Nogueira, Agustin Barrios e Ernesto Nazareth. Além de se dedicar à música como instrumentista, compositor e produtor, Lula Washington revela um perfil multifacetado: ele participa também como XX do casting de artistas do Cirque du Soleil.

Sobre a Série Música de Primeira

A Série Música de Primeira é uma iniciativa da OPIB-Orquestra apoiada pelo Ministério de Música da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro que acontece toda primeira quinta-feira do mês, de março a dezembro. Sempre com entrada franca, a SMP tem como objetivo abrir espaço para concertos de música de câmara e performances musicais executadas por instrumentos de orquestra.

Nos seis anos da Série, vários expoentes da música de câmara nacional e internacional têm dividido seu talento com o público carioca. A Série Música de Primeira integra regularmente o circuito dos festivais Rio Cello Encounter e o Internacional de Trombone da UNI-RIO. (Colaboração: Taísa Fortes)

Programa:

Cello Suite No.1 – J.S. Bach

Valsa Venezuelana No.3 – Antônio Lauro

Valsinha – Lula Washington

Bachianinha No.1 – Paulinho Nogueira

La Cathedral ( III. Allegro Solemne) – Agustin Barrios

Tango en Skai – Roland Dyens

Odeon – Ernesto Nazareth

Pensando – Lula Washington

Histórico:

Lula Washington é guitarrista, violonista, compositor, produtor e é parte integrante do casting de artistas do Cirque du Soleil. Começou seus estudos de forma autodidata e mais tarde sob a orientação do guitarrista e educador Nelson Faria. Fundador da banda de rock “Allegro”, participou de diversos festivais e dividiu o palco com artistas nacionais e internacionais.

Fez sua primeira turnê na Europa em 2009 com sua banda instrumental, o “Gallo Absurdo” e concertos para violão solo. Em 2010, subiu ao palco com a Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro para participar dos concertos em homenagem aos 100 anos de Noel Rosa, com Rildo Hora, Carlos Malta, Tereza Cristina e Moyseis Marques e no ano seguinte nos concertos em homenagem aos 100 anos de Nelson Cavaquinho, com Nelson Sargento, Leo Gandelman, Noca da Portela, Soraya Ravenli e a Velha Guarda da Mangueira. Participou também do 49° Festival Villa-Lobos, com Wagner Tiso e Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro. Trabalhou em peças infantis e musicais como “Headwig”, “Isto aqui é Rock n´roll”, “A revista do Ano”, “O Lobo sem Chapéu” e “Quando Toca o Coração”. Em 2013 produziu e lançou o álbum “Válvula”, banda de rock. Em 2014 gravou o Hino Nacional em versão batucada, versão tocada no “Fifa Fan Fest Rio de Janeiro” antes dos jogos da Copa do Mundo, acompanhado por artistas de renome da percussão brasileira como Robertinho Silva, Guto Goffi, Wilson das Neves e Peninha. Participou do documentário do filme “Saravá” de 1969, acompanhando Pierre Barouh, diretor do filme, e compôs a trilha sonora do documentário sobre a feminista “Rose Marie Muraro”. Atualmente está em estúdio com Guto Goffi, baterista do Barão Vermelho, gravando seu disco solo. (www.lulawashington.net)

Serviço:

Série Música de Primeira

Grupo: Lula Washington – Violonista e Guitarrista

Programa: Obras de Bach, Antônio Lauro, Paulinho Nogueira, Agustin Barrios, Ernesto Nazareth e Lula Washington

Data: 02 de julho de 2014, quinta-feira.

Horário: 19h30min

ENTRADA FRANCA

Local: Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro – Tel.: 2197-0900

Rua Frei Caneca, 525 – Estácio (Em frente ao Hospital da Polícia Militar)

De Metrô, acesso pela estação Estácio ou Praça Onze

Vagas para 20 carros no pátio da Igreja, conforme disponibilidade.

Transmissão ao vivo: http://new.livestream.com/pibrj/smp

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Maressa Portilho & Marina Spoladore na Edição Especial da SMP de 18/junho/15.

9 de junho de 2015

Maressa Portilho, violino & Marina Spoladore, piano tocam Beethoven, Vieira Brandão, Radamés Gnhatali e Schumann na Edição Especial da SMP de 18/junho/15, 19:30h. ENTRADA FRANCA.

Local: Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro

Rua Frei Caneca, 525 – Estácio

(Em frente ao Hospital da Polícia Militar – Vindo de Metrô, acesso pela estação Pça. XI ou Estácio)

Estacionamento para 20 vagas, conforme chegada.

ENTRADA FRANCA.

PROGRAMA

LUDWIG VAN BEETHOVEN, SONATA PARA VIOLINO E PIANO No.1 Op.12

JOSÉ VIEIRA BRANDÃO, DANÇA E SERESTA

RADAMÉS GNATALI, ARIA

ROBERT SCHUMANN, SONATA PARA VIOLINO E PIANO No.1 Op.105

HISTÓRICO

FotoMARESSA PORTILHO – Violino – Nascida em Resende em 1995, Maressa Portilho iniciou seus estudos de violino aos 7 anos e logo ingressou no Projeto Música nas Escolas e na Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, onde estudou e atuou como violinista até a temporada de 2012. Vem participando de vários festivais de música pelo Brasil, tais como o Festival MIMO (Olinda), Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC), Festival de Música de Curitiba, Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão e também  CAP Program (Califórnia Institute of Arts –EUA) e, onde teve aulas com Leon Spierer, Marcello Guerschfeld e William Fedkenheuer, Emmanuele Baldini, Elisa Fukuda, entre outros. Participou também de Masterclass com o renomado violinista Pinchas Zukerman e a violinista Patinka Kopec. Já se apresentou em importantes salas de concerto, como Teatro Municipal do Rio de Janeiro, Sala Cecília Meirelles, Sala São Paulo,  Canergie Hall, e esteve sob a regência de importantes maestros como Isaac Karabtchevsky, Apo Hsu, Alastair Willis, Giancarlo Guerrero, Marin Alsop, entre outros. Como solista já atuou com as orquestra de Barra Mansa (2013 e 2014), Orquestra Jovem do Festival Internacional de Música de Belém e Orquestra Sinfônica da UFRJ. Maressa é violinista do Quarteto da Guanabara desde 2013 e cursa bacharelado na Escola de Música da UFRJ, na classe do professor Daniel Guedes. Recentemente foi vencedora do Concurso de Jovens Solistas realizado pela Orquestra Sinfônica da UFRJ.

FOTO MARINAMARINA SPOLADORE – Pianista paranaense, vem ocupando um lugar de destaque dentre os pianistas brasileiros da atualidade. É detentora de mais de 30 prêmios em concursos nacionais e internacionais, entre eles, três edições do Concurso Arnaldo Estrella, Concurso Magda Tagliaferro, Concurso Latino-Americano da Pró-Arte e Concurso Gina Bachauer. Bacharel em Piano pela Escola de Música da UFRJ, na classe do renomado professor Luiz Senise, especializou-se na Staatliche Hochschule für Musik Karlsruhe (Alemanha), na classe dos professores Fany Solter e Michael Uhde. É Mestre em Musicologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIIRIO, da qual é professora Assistente de Piano e Música de Câmara. Além de se apresentar nas mais importantes salas de concerto do país, como o Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a Sala Cecília Meirelles, o Auditório Cláudio Santoro em Campos do Jordão, o Palácio das Artes (Belo Horizonte/MG), entre outros, a pianista realiza diversas estreias de obras de compositores brasileiros, consolidando parcerias, recebidas calorosamente pelo público e pela critica especializada. Atua intensamente como recitalista e camerista em diversos estados brasileiros. Integra o ABSTRAI Ensemble, grupo atuante no cenário da música contemporânea brasileira, e do PianOrquestra, que une as técnicas de piano preparado à música instrumental brasileira, promovendo uma abordagem até então única no cenário musical.

Coral Eclésia comemora 100 anos na Série Música de Primeira, em 07/mai, 19:30h.

14 de abril de 2015

A Série Música de Primeira recebe o Coral Eclésia, acompanhado pela Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, no ano da comemoração de seus 100 anos de atividade.

CORAL ECLÉSIA

Formado por cantores leigos, amadores e profissionais, o coro segue apresentando com louvor, obras de compositores históricos da música sacra. Sob a regência da maestrina Anna Campello Egger, o centenário grupo apresenta como característica sua grande presença vocal, possui repertório com obras densas e de grande expressão, impactando positivamente seus espectadores, como poderemos testemunhar na edição de 7/mai da SMP. No programa, Handel, Mozart, Beethoven, Mendelsohn e Brahms.

Coral Eclésia-PIBRJ Logo Centenario CORAL ECLESIA- Azul

O Coral Eclésia é o mais antigo grupo vocal da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro e um dos primeiros coros de Igreja Evangélica da cidade do Rio de Janeiro. Foi criado em 06 de maio de 1915, com o objetivo de conduzir a congregação no canto dos hinos durante os cultos dominicais.

O Coral Eclésia teve em sua liderança importantes regentes como Daniel e Anna Cordes (1915-1922), Egydio Gióia (1922-1930), Arthur Lakschevitz (1930 – 1944), Regifredo Sarno (1944-1948), Guilherme Loureiro (1949-1950), Levindo Alcântara(1952-1956), Heitor Argolo(1956), Natanael Mesquita (1956-1962) e Marília Soren (1962-1966). Ao órgão, teve acompanhadores de expressão nacional e internacional como Frederico Egger, Edson Elias, Nicéa Soren, Betty Antunes de Oliveira, Leuzi Figueira, Ilem Vargas, Samuel Kardoz, Jayme Soren, Marília Soren, Domitila Ballesteros. Atualmente conta com o apoio dos pianistas Isabel Cristina de Andrade Lima e Antonio Henrique de Souza ao lado da organista Regina Lacerda.

Inicialmente conhecido por “Coro da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro”, passou a ser chamado por Coral Eclésia em 21 de março de 1967, sob a regência da Maestrina Anna Campello Egger. Desde então, a professora e maestrina reconhecida por sua competência, qualidade profissional e sensibilidade musical, vem dedicando sua vida à música à frente do coral Coral Eclésia, fato relevante pela longevidade de sua liderança.

O Coral Eclésia, pioneiro em apresentações radiofônicas no Rio de Janeiro a partir da década de 30, estendeu suas apresentações na TV, nos anos 60. Seu repertório inclui obras como o ”Messias” e “Judas Macabeus, de Handel; “Réquiem”, de Mozart; “Stabat Mater”, de Dvorák, “Hear My Prayer”, de Mendelssohn; “Te Deum” de Bruckner; “Elias”, “Lobgesang”, as “Cantatas Nº4 e Nº78”, além da primeira parte do “Oratório de Natal”, de Bach, peças traduzidas para o português pela professora Joan Sutton, em sua maioria.

Além da participação nos cultos da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, o Coral Eclésia atua em programações em outras organizações pelo Brasil, em eventos da denominação, em salas de Concerto, como a Sala Cecília Meirelles, Teatro Municipal e Salão Leopoldo Miguez. Também já atuou acompanhado pelas Bandas da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, além de participações em conjunto com a OPIB-Orquestra da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, sob a regência do Maestro Maurílio Costa.

O Coral Eclésia teve seu primeiro CD gravado em 1997, em homenagem ao 30º aniversário de regência da Profª. Anna Campello à frente do grupo. O segundo, veio em março de 2002. Em 2005 gravou seu terceiro CD comemorativo. O quarto CD foi uma homenagem pelos 40 anos da Profª. Anna Campello Egger à frente do Coral grupo e o quinto CD foi gravado “Ao Vivo”, no santuário da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro em março de 2012, só com hinos do Cantor Cristão.

O Coral Eclésia tem por vocação a apresentação de composições clássicas e sacras, atuando prioritariamente em ambientes sacros, no enlevo espiritual dos presentes aos cultos e eventos cristãos.

Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro

Criada em 30 de outubro de 1896, a Banda de Música do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro é uma das mais atuantes organizações musicais militares do Brasil. A Banda segue, a seu modo, o lema da corporação da qual é a alma sonora: salvar vidas através da arte e proteger a riqueza musical de nosso país com suas lendárias apresentações.

O corpo de Bombeiros, que sempre foi admirado pelo povo com muito carinho, começou a receber donativos para a Banda de Música. Assim, a banda dos Soldados do Fogo nasceu com a ajuda de empresas e de cidadãos interessados, protegida e incentivada pelo carinho do povo.

O Maestro Anacleto de Medeiros recrutou os melhores músicos da época e ensaiou os seus componentes tão rápido que no dia 15 de novembro de 1896, quando se deu a inauguração do Posto de Bombeiros de Humaitá, lá estava abrilhantando a solenidade um grupo de 25 músicos regidos pelo Sargento Azevedo, auxiliar do Maestro Anacleto.

Em 1906, no seu décimo ano de vida, em um festival de bandas militares e civis, a banda do Corpo de Bombeiros se destacou tanto das outras que a imprensa não poupou elogios ao Maestro Anacleto, que esteve à frente da banda durante 11 anos, dando-lhe supremacia absoluta, fato repetitivamente consignado pela crítica especializada.

Foi o primeiro grupo instrumental do Brasil a gravar discos, quando da instalação da Casa Edson, na Rua do Ouvidor, 107, na cidade do Rio de Janeiro, pelo israelita de origem checa Fred Figner. Marcando assim sua presença na nascente indústria fonográfica do país.

Tem participado de varias programações culturais populares da cidade do Rio de Janeiro e do país. Em torneios históricos, confrontando-se com outras bandas, manteve-se invariavelmente entre as primeiras. O reconhecimento público, oficial ou particular, encontra-se registrado em troféus, diplomas, placas e reportagens. Sua fama no coração da cidade foi semeada através de uma atividade constante. Participou de vários projetos culturais, como o Projeto Aquarius. Grandes nomes participaram de apresentações da banda, como os maestros Villa-Lobos, Isaac Karabtchevsky, Francisco Mignone.

Assim, o Corpo de Bombeiros, através de sua banda tem contribuído para o desenvolvimento artístico e musical da cidade e do país, levando a música de artistas de todos os tempos e países (populares e eruditos, tradicionais e contemporâneos), para as mais diversas comunidades, contribuindo para o desenvolvimento cívico e patriótico do nosso povo, sem deixar de lado o seu papel dentro da Corporação: o adestramento da tropa, cerimônias militares com as honras de praxe e visitas oficiais de autoridades. E com mais um importante detalhe: quando a necessidade chama, os músicos estão prontos e aptos para assumir a responsabilidade de Bombeiros Combatentes, como por exemplo, as catástrofes na serra fluminense em janeiro de 2011, quando um número expressivo de músicos foi voluntário. Nesse sentido, o músico não se atrapalha em trocar de instrumento, seja uma clarineta ou uma mangueira.

Em 2012, a pedido do seu administrador, o então Tenente Coronel Bombeiro Militar Marcelo Hess de Azevedo, ao Secretário Estadual de Defesa Civil e Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, Coronel Bombeiro Militar Sérgio Simões, a banda de música foi transformada em grupamento, através do DECRETO nº 43.612 de 23 de maio de 2012. Com o efetivo de 108 militares, entre administrativos e executantes, é comandado atualmente pelo Capitão Bombeiro Militar Músico Aurimar Bento Donato que também é o Maestro Titular.

PROGRAMA

Parte 1

Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro

Maestro: Capitão Aurimar Bento Donato

Gustav Holst

1- Suite em Mi bemol, Opus 28

Leonard Bernstein

2- Abertura Candide

Carlos Gomes

3– Alvorada, da Ópera “LO SCHIAVO” (O ESCRAVO)

 

Parte 2

Coral Eclésia

Maestrina: Professora Anna Campello Egger

Haydn

1- “Terra e Céu” do Oratório “A Criação”

Recitativo – Gilberto Silva, tenor e Coro.

2- “Glória” da Missa Saint Nicolai

Solo – Lídia Santana, Soprano e Coro.

Mendelsohn

3- “Dou Graças a Ti Senhor” do Oratório ‘Paulus”

Solo – Ezequiel Decotelli, Barítono e Coro.

4- “Então a Tua Luz Romperá” do Oratório “Elias”

W.A.Mozart

5- Requiem – “Os Santos Louvam”

F. Haendel

6- “A Deus Cantai” do Oratório “Judas Macabeus”

Parte 3

Coral Eclésia & Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro

J.S. Bach

7- “Jesus Alegria dos Homens”

Coral Eclésia e Banda do CBMERJ.

F. Haendel

8- “Aleluia”, do Oratório “Messias”

Coral Eclésia e Banda do CBMERJ

Serviço:

Série Música de Primeira

Grupo: Coral Eclésia – Maestrina Anna Campello Egger

Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro – Maestro Aurimar Bento Donato

Programa: Handel, Mozart, Beethoven, Mendelsohn e Brahms

Data: 07/mai/2015, quinta-feira.

Horário: 19h30min

ENTRADA FRANCA

Local: Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro – Tel.: 2197-0900

Rua Frei Caneca, 525 – Estácio (Em frente ao Hospital da Polícia Militar)

De Metrô, acesso pela estação Estácio ou Praça Onze

Vagas para 20 carros no pátio da Igreja, conforme disponibilidade.

Transmissão ao vivo: www.pibrjtv.com.br

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Trio de Violino, Trompa e Piano na Série Música de Primeira em 9/abr.

19 de março de 2015

A Série Música de Primeira apresenta em sua edição de abril, um trio clássico da música de câmara, formado por Daniel Albuquerque no violino e viola, Daniel Soares na trompa e Mateus Araujo ao piano.

Virtuosos conhecidos do público que acompanha a boa música das salas de concerto cariocas, o trio promete momentos de grande expressão e conjunto na execução de peças de Schumann, Brahms e Schubert.

Nesta oportunidade, a Série Música de Primeira, tradicionalmente apresentada às primeiras quintas-feiras de cada mês apresentará sua edição de abril na segunda quinta-feira, dia 09, devido ao feriado da semana santa.

Serviço:

Série Música de Primeira

Grupo: Trio Violino, Trompa e Piano

Programa: Obras de Schumann, Brahms e Schubert

Data: 09/abr/2014, quinta-feira.

Horário: 19h30min

ENTRADA FRANCA

Local: Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro – Tel.: 2197-0900

Rua Frei Caneca, 525 – Estácio (Em frente ao Hospital da Polícia Militar)

De Metrô, acesso pela estação Estácio ou Praça Onze

Vagas para 20 carros no pátio da Igreja, conforme disponibilidade.

Transmissão ao vivo: http://new.livestream.com/pibrj/smp

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Daniel Albuquerque

Daniel Albuquerque

Daniel Albuquerque – Violino

Natural do Rio de Janeiro, iniciou seus estudos de violino ainda criança e aos 12 ingressou em primeiro lugar no curso técnico da Escola de Música da UFRJ onde logo cedo pode participar como solista da Orquestra Sinfônica da Escola de Música sob a regência do maestro Ernani Aguiar.

Participou de diversos festivais de música onde teve master-classes com renomados violinistas como Shmuel Ashkenasi, Miriam Fried, Ori Kam, León Spierer e Pinchas Zukerman. Em 2002 foi bolsista do Festival de Verão da Kinhaven Music School, em Weston, Vermont (EUA) destacando-se na ocasião como Spalla da Orquestra do Festival. Em 2008 teve oportunidade de representar o Brasil em turnê pela América Latina com a Orquestra Jovem das Américas e no ano seguinte, com a Cia Bachiana Brasileira, em concertos pelo Vietnã e Cingapura. Ainda em 2009 obteve o prêmio de melhor intérprete de Francisco Mignone no Concurso de Jovens Intérpretes de Mignone, organizado pelo FINEP (RJ).

Concluiu o Bacharelado em violino na UFRJ, na classe do professor Daniel Guedes, com quem também atua no cenário camerístico nacional com o tradicional Quarteto da Guanabara juntamente com a violinista Maressa Portilho e o violoncelista Marcio Mallard.

Atualmente é concertino da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e violinista da Orquestra Petrobras Sinfônica.

 

Daniel Soares

Daniel Soares

Daniel Soares – Trompa

Iniciou seus estudos aos 14 anos com seu tio Francisco de Assis Soares da Silva (OSTM e OPES). Logo após ingressou no curso de extensão na Unirio com o professor Zdenek Svab. Estudou durante uma ano e meio com o trompista Samuel Hamzam (OSESP). Entre 2007 e 2011 Integrou a Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem onde foi vencedor do concurso para   jovens solistas nos anos de 2008 e 2010. Participou de Masterclasses com trompistas como Radovan Vlatkovic, Marie Louise Neunecker, Stefan Dohr e Will Sanders. Nos anos de 2008 e 2010 frequentou o Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão. Atualmente é aluno do curso de bacharelado em trompa na UFRJ na classe do professor Philip Doyle e integra a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

 

Mateus Araujo

Mateus Araujo

Mateus Araujo – Piano

Regente da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem em 2011 e 2012, da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, em Belém, de 2005 a 2009, da Sinfônica de Ribeirão Preto em 2003 e 2004, Mateus Araujo vive no Rio de Janeiro, onde também exerceu a função de Conselheiro Artístico na Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira em 2009 e 2010.

Foi violinista por 12 anos da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo e da Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo. Ao mesmo tempo, foi pianista acompanhador em diversas óperas e concertos líricos. Em 1999, foi eleito regente da Orquestra Jazz Sinfônica, realizando gravações e concertos nas salas mais importantes do país, incluindo no Festival de Campos do Jordão.

Estudou regência com Eleazar de Carvalho e Henrique Gregori, e foi bolsista convidado do Festival de Aspen em 2000 e 2001, estudando com David Zinman e Jorma Panula entre outros. Foi selecionado para o concurso mundial de regência de Lorin Maazel em 2002 e passou a apresentar-se como regente convidado das orquestras sinfônicas do Theatro Municipal de São Paulo, do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, do Paraná e do Teatro Nacional Claudio Santoro de Brasília, entre outras, além de orquestras no Chile, na Espanha e na Inglaterra.

Além de reger extenso repertório sinfônico e coral, apresentou-se como pianista e regente em concertos de Bach, Haydn, Mozart e do Concerto em Fá de Gershwin. No Theatro da Paz regeu as óperas Rigoletto, Gianni SchicchiLa Bohème e Madame Butterfly, além do ciclo das sinfonias de Beethoven e concertos marcantes como a primeira apresentação na região norte da Floresta do Amazonas de Villa-Lobos. Em 2013 regeu no Teatro Nacional de Brasília a ópera Olga, de Jorge Antunes.

Como compositor, desde 1994 tem apresentado suas obras orquestrais e arranjos para diversas formações. Destacam-se a Suíte Brasileira, estreada no Carnegie Hall de Nova Iorque em 2008, sua obra orquestral Prelúdio, Fuga e Samba, apresentada no Lincoln Center de Nova Iorque em 2011, e Bachmazonia, estreada pela OSB em 2012 no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Duo Bretas-Kevorkian abre a temporada 2015 da Série Música de Primeira.

12 de fevereiro de 2015

DUO BRETAS-KEVORKIAN executam ao piano a quatro mãos, obras de Grieg, Fauré, Stravinsky, Piazzola e Ronaldo Miranda, abrindo em grande estilo a a temporada 2015 da Série Música de Primeira. Dia 05 de março de 2015, às 19:30h, na Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro. 

Foto: Studio Faya

Foto: Studio Faya

Celebrando 20 anos de ininterrupta parceria, o Duo Bretas-Kevorkian – Patrícia Bretas & Josiane Kevorkian – é hoje referência para a prática da música para piano a 4 mãos e 2 pianos. Desde sua estreia, em 1995, o duo mantém o ideal de difundir a música brasileira para essa formação, assim como valorizar obras do repertório internacional que são pouco conhecidas no Brasil.

Foi com o 1º prêmio conquistado por unanimidade no Concurso Artlivre de Duos Pianísticos em São Paulo e ainda com a execução da versão original para 4 mãos da Sagração da Primavera de Stravinsky que o Duo-Bretas-Kevorkian imprimiu a sua marca no panorama nacional, atuando em importantes séries e festivais no Brasil, assim como na França, Inglaterra, República Tcheca e Alemanha.

Patrícia Bretas, carioca, discípula de Maria da Penha e Myrian Dauelsberg no Brasil e de Eliane Richepin na França, é Professora da UFRJ. Tem tocado anualmente em diversas cidades da Europa, como Budapest, Praga, Bratislava, Stockholm, Luxembourg, Gothenburg, Kopenhagen e Berlin em recitais solo e como solista de orquestra. Foi solista convidada no Festival de Verão de Junsele (2004) e no Festival de Música e Poesia de Praga (2005), no Festival Martinu (2006), no Festival da Primavera de Budapest (2009) e Festival Internacional de Bratislava (2009). Em 2003 gravou seu 2º CD na República Tcheca pelo selo RadioServis, e em 2010 gravou seu CD “Patrícia Bretas – piano solo” com o patrocínio do OUROCAP. Gravou para as Rádios Sweedish Radio, Mágyar Rádió (Húngara) e Cesky Roszlas (Tcheca). Em 2013 lançou seu 4º CD, “Patrícia Bretas interpreta Ronaldo Miranda”, com toda a produção para teclado do compositor.
Josiane Kevorkian, capixaba, discípula de Daisy de Luca e Maria da Penha no Brasil e de Pascal Rogé e Norman Beedie na Europa, é membro da Academia de Letras e Música do Brasil. Desde 1998 é Diretora Cultural da Casa de Artes Paquetá e Diretora Artística do Projeto Bem Me Quer Paquetá, premiado pela Secretaria de Cultura, e patrocinado por diversas empresas, desenvolvendo um extenso trabalho de formação artística através da música sinfônica para crianças e jovens da Ilha de Paquetá. A Orquestra Jovem Paquetá (OJP), pertencente ao projeto, já tem tocado em inúmeras salas no Rio de Janeiro, e em 2014 foi à Alemanha tocar em cinco cidades. Como pianista solista e camerista já tocou em várias séries de concertos no Brasil e no exterior, incluindo o Festival Internacional de Nice (França). Foi solista da Orquestra de Câmara de Vitória sob regência de Antonio Adolfo e da Orquestra Filarmônica do Espírito Santo sob a regência de Helder Trefzger.
Donas de um estilo marcante na execução do repertório para dois pianos e piano a quatro mãos, o Duo Bretas-Kevorkian vem sendo convidado a fazer estreias mundiais de inúmeras obras brasileiras, muitas delas a ele dedicadas, sempre com sucesso absoluto de público e de crítica. O duo tem um CD lançado em 2002, com edições já esgotadas.

Serviço:

Série Música de Primeira

Duo Bretas-Kevorkian, piano

Programa: Obras de Grieg, Fauré, Stravinsky, Piazzola e Ronaldo Miranda

Data05/mar/2014, quinta-feira.

Horário: 19h30min

ENTRADA FRANCA

Local: Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro – Tel.: 2197-0900

Rua Frei Caneca, 525 – Estácio (Em frente ao Hospital da Polícia Militar)

De Metrô, acesso pela estação Estácio ou Pça. XI

Vagas para 20 carros no interior da Igreja, conforme disponibilidade.

Transmissão ao vivo: http://new.livestream.com/pibrj/smp

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