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CAMERATTA ACÁCIA BRAZIL abre a temporada 2013 da SÉRIE MÚSICA DE PRIMEIRA dia 7/mar, 19h30.

20 de fevereiro de 2013

A Série Música de Primeira abre sua temporada 2013 com a Cameratta Acácia Brazil. A maestrina Odette Ernest Dias, a harpista Vanja Ferreira, juntamente com o fagotista Cosme Silveira apresentam um repertório mesclando música francesa e brasileira.

A Série Música de Primeira, série de música de câmera, apresenta seus concertos toda primeira quinta-feira de cada mês, sempre às 19:30 horas, no santuário da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro.

CAMERATTA ACÁCIA BRAZIL – idealizada a partir da Camerata do Rio, fundada em 1968 por Odette Ernest Dias, tendo como um de seus pilares a harpista Acácia Brazil, professora de Vanja Ferreira – tem como motivação dar continuidade à retomada de ideia de reunir músicos ligados à Música de Câmera e de promover concertos de repertório variado, do barroco à música contemporânea, obedecendo a linhas temáticas, como o programa apresentado agora, “Música Francesa e Brasileira”.

SERVIÇO:

SÉRIE MÚSICA DE PRIMEIRA

GRUPO: CAMERATTA ACÁCIA BRAZIL

DIA 07/MARÇO/2013

19:30 HORAS

SANTUÁRIO DA PRIMEIRA IGREJA BATISTA DO RIO DE JANEIRO

RUA FREI CANECA, 525 – ESTÁCIO/CIDADE NOVA

www.musicadeprimeira.wordpress.com

www.pibrj.org.br

 

CAMERATTA ACÁCIA BRAZIL

MÚSICOS:

  • Odette Ernest Dias – Flauta
  • Vanja Ferreira – Harpa
  • Cosme Silveira – Fagote

PROGRAMA:

  • François Couperin; Bizet; Murilo Santos; Villa-Lobos; Jolivet e Philippe Rameau   – Concert Flauta-Fagote
  • George Bizet – Minuet de L’Arlesienne, Flauta-Harpa
  • Murilo Santos – Homenagem à Fauré, Harpa Solo
  • Villa-Lobos – Bachianas Brasileiras nº. 6, Flauta-Fagote
  • André Jolivet – Pastorales de Noel, Flauta-Fagote-Harpa
  • Jean Philippe Rameau – Pieces de Clavecin en Concert, Flauta-Fagote-Harpa

BIOGRAFIA:

MARIE THÉRÈSE ODETTE ERNEST DIAS nasceu em Paris a 2 de fevereiro de 1929. Naturalizada brasileira, estudou flauta transversal, história da música e estética no Conservatoire National Superieur de Paris, onde obteve em 1951 o primeiro prêmio em flauta e a primeira medalha de estética. Conquistou por unanimidade a primeira medalha de flauta no Concurso Internacional de Genebra (Suíça) e em 1952, a convite do maestro Eleazar de Carvalho, veio para o Brasil para tocar na Orquestra Sinfônica Brasileira, onde permaneceu até 1969. Integrou também as orquestras da Rádio Tupi, da Rádio Mayrink Veiga, da Rádio Nacional e da TV Globo. Participou de gravações com inúmeros artistas da música popular, inclusive da histórica gravação, em 1958, de músicas de Tom Jobim por Elizeth Cardoso. Exerceu as funções de solista de orquestra, recitalista e camerista, sendo inclusive fundadora da Camerata do Rio. Atuou como professora do Conservatório Brasileiro de Música e dos Seminários de Música Pró-Arte (RJ).

Em 1969 deixou a OSB para integrar a Orquestra Sinfônica Nacional da Rádio MEC, onde tocou até 1974. De 1974 a 1994, residindo em Brasília, foi titular da Universidade Federal de Brasília por notório saber, atuando como professora de Flauta, Estética e Musicologia. Atuou também como professora visitante da Universidade do Texas em Austin (EUA) em 1982, como professora visitante na Universidade Federal de Minas Gerais em 1992 e como professora convidada pela Fundação de Educação Artística em Belo Horizonte (MG). Exerceu as funções de pesquisadora pelo CNPq e de consultora do CNPq e da CAPES.

Seu interesse pela formação da música brasileira foi incentivo para a realização de pesquisas sobre este assunto, resultando em vários discos gravados, artigos e livros publicados, a participação em congressos especializados e realização de recitais frequentes no Brasil e no exterior. Atuou como intérprete na trilha sonora de “Rio de memórias”, filme de José Inácio Parente. Publicou o livro “Mateus-André Reichert: um flautista belga na corte do Rio de Janeiro”, pela Editora Universidade de Brasília/CNPq.

Foi nomeada para fazer gestões e redigir a seção referente à atividade musical de Diamantina (MG) para o dossiê de tombamento da cidade como patrimônio da humanidade, encaminhado peloIphan à Unesco e agraciada pela Funarte e pelo governo do Distrito Federal com a Comenda de Mérito Cultural por suas atividades musicais. Mãe dos instrumentistas Carlos, Jaime, Elizabeth, Cláudia e Andréa Ernest Dias (além de Irene, que não se dedicou à música), toca frequentemente em duo com Elza Kazuko Gushikem (piano), com Jaime Ernest Dias (violão), Roberto Rutigliano (bateria) ou Bridget Moura Castro (piano).

 

VANJA FERREIRA é carioca e uma das mais atuantes e destacadas harpistas brasileiras. Selecionada no programa RUMOS MÚSICA ITAÚ CULTURAL 2010/2012 – Carteira Coletivo, Vanja vem expandindo seu trabalho pelo Brasil, Américas e Europa. Harpista Solista da Orquestra Sinfônica Nacional (OSN) dedica-se igualmente à musica de câmara e recitais solo. Sua sensibilidade e musicalidade lhe proporcionam convites de maestros e diretores artísticos para se apresentar em diversas cidades braqsileiras. É Mestre em Música pela UNIRIO, pesquisadora, conferencista e sua atuação como professora estende-se do Rio de Janeiro-RJ à Vitória-ES, Salvador-BA, São Paulo-SP e Jaraguá do Sul-SC.

Dedicando especial atenção à necessidade de expansão da harpa no Brasil, desde 2002 é incentivadora dos luthiers Joaquim Pinheiro e Jorge Vieira na fabricação de harpas célticas. Como parte deste processo de expansão da harpa, em 2005, organizou a mostra especial Maio das Harpas no Rio de Janeiro e, em 2006, foi organizadora e coordenadora artística do I Festival Internacional de Harpas do Rio de Janeiro – RIO HARP FEST, ambos realizados pelo projeto “Música no Museu”.  Organizou e coordenou, em 2009, o I Encontro Nacional de Harpistas, realizado pelo Festival de Música de Santa Catarina – FEMUSC. Desde 2010 é coordenadora do CONHARPA – Conferência Internacional e Concurso Latino-Americano de Harpas de Santa Catarina, evento realizado anualmente pelo FEMUSC.

Vanja é admirada por seu talento, pelo conjunto de atividades que realiza e, por tudo isso, tornou-se referência para jovens estudantes de harpa. Sua atuação musical ultrapassa as fronteiras da música erudita para firmar-se na criatividade, que exercita, através dos arranjos que escreve para harpa e instrumento solista sobre composições de música popular brasileira e da sua atuação na Banda JAMBO e Grupo SHIVA, ambos criados em parceria com JOLT TELEK, músico húngaro, radicado no Brasil.

 

COSME SILVEIRA – Integrante da Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense (OSN/UFF) desde 1989. Graduou-se em Música pela UNIRIO (1986) e complementou seus estudos no Schubertkonservatorium, de Viena (Áustria, 1993/94). Em 2012, pelo Programa de Pós-Graduação em Memória Social da UNIRIO, defendeu sua dissertação “O músico e sua ópera: Narrativas, memórias e identidades de músicos europeus e sua influência no cenário musical brasileiro pós-II Grande Guerra”. Apresentou-se com outras grandes orquestras do País, como a Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Orquestra Petrobras Pró Música, a Orquestra Sinfônica Brasileira, a Filarmônica do Rio de Janeiro, a Sinfônica da Bahia e a Orquestra do Teatro Guaíra, além de Orquestras de Câmara e Conjuntos de Sopros que ajudou a fundar, a exemplo da Camerata Solos, do Quintessência e do Arte Instrumental 5. Participou da gravação de dez CDs e cinco DVDs de música sinfônica brasileira. Foi fundador e primeiro – secretário da Associação dos Músicos da Orquestra Sinfônica Nacional.

 

 

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